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Fila Zero

Grupo In-Cena de Teatro de Teófi lo Otoni traz dois espetáculos a Diamantina

TEÓFILO OTONI –
No dia 5 de agosto, sábado,
no Teatro Santa Izabel, serão
apresentados dois espetáculos
teatrais do Grupo In-cena
de Teatro, de Teófi lo Otoni: o
infantil, Uma história sem Pé
nem Cabeça, às 16h, e o adulto
(classifi cação 16 anos) Às
Margens, às 21h.
Os dois espetáculos
contam com apoio dos projetos
EducARTE e Arte
com(Ciência) da UFVJM, do
Campus do Mucuri, e serão
produzidos em Diamantina
pelo Encontros Coletivo de
Performance, projeto de cultura
do Campus JK, de Diamantina.
O evento é resultado de
parcerias fi rmadas entre os
Grupo In-Cena de Teatro de Teófi lo Otoni traz dois espetáculos a Diamantina
referidos projetos, registrados
na Pró-Reitoria de Extensão
e Cultura (Proex/UFVJM, e
agentes culturais e artísticos
da cidade de Teófi lo. O objetivo
é o fortalecimento das
ações dessa natureza nas cidades
nas quais se localizam os
campi, bem como a oferta em
arte nesses locais. Os ingressos
serão vendidos a R$ 20 a
inteira e a R$ 10 a meia entrada
e poderão ser adquiridos
com os integrantes do coletivo,
na bilheteria do teatro e na
Farmácia Indiana.
Às margens
Montagem teatral que
comemora os 10 anos de trabalho
do Grupo In-Cena de
Teatro. O olhar estrangeiro
de Sidnei Cruz, diretor e dramaturgo,
idealizador do projeto
Palco Giratório/SESC, é
quem conduz e assina supervisão
artística da nova montagem
do In-Cena. O espetáculo
tem pesquisa sobre o Vale do
Mucuri, os povos originários
indígenas e quilombolas, e
fala de um Brasil, de sua gente
pluralizada, cuja voz do povo,
cravado entre as montanhas
das gerais, ganha som, cor e
força para gritar (e silenciar)
em tempos tão sombrios da
nossa história. O espetáculo
tem dramaturgia coletiva e direção
de André Luiz Dias.
O trabalho de pesquisa
e montagem resultou em um
espetáculo que reúne várias
linguagens artísticas, que
se completam. O teatro em
suas possibilidades, cinema,
dança, música e dramaturgia
são ferramentas utilizadas na
montagem teatral para falar
sobre o tempo, o nosso tempo,
a nossa gente, do repique dos
tambores e lamentos existentes
e abafados dentro e fora
dessas margens, por essas Minas
tão Gerais.

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