Levantamento feito pelo Núcleo de Dados do jornal belo-horizontino Estado de Minas, a partir do cruzamento de informações do Congresso Nacional, da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Contas, mostra que Machacalis, Itambacuri e Nanuque gastaram R$ 3.238,40 milhões com atrações musicais pagas com emendas Pix.
Itambacuri teve o maior valor, R$1.229.000,00, gastos em 08 shows, o maior número de apresentações das 03 cidades. Nanuque contabilizou R$1.031.500,00 em 04 shows, e Machacalis R$977.500,40 em 09 eventos.
A prática não é ilegal, mas representa mal uso do dinheiro público na avaliação do cientista político e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Carlos
Ranulfo. “Esse mecanismo dá origem a uma série de distorções. Não estou falando de corrupção necessariamente, mas é de show que uma cidade pequena precisa?”, questiona.





