Uma ação integrada das polícias Civil e Militar segue em andamento para localizar e prender suspeitos ainda foragidos após a deflagração da operação “Última Ordem”, realizada nesta terça-feira (7). A ofensiva tem como foco o combate a uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e homicídios, com atuação em cidades de Minas Gerais e ramificações em outros estados.
As investigações, conduzidas pela Polícia Civil, começaram há cerca de um ano, a partir de um homicídio registrado em Nanuque. Durante a apuração, foi identificada uma estrutura criminosa organizada, que, segundo a polícia, também cooptava mulheres e menores de idade para participação em atividades ilícitas.
A operação mobilizou um grande efetivo e contou com a participação de diversas equipes, incluindo unidades especializadas. As diligências ocorreram simultaneamente em municípios como Nanuque, Teófilo Otoni e Belo Horizonte, além do estado do Rio de Janeiro, com apoio da Polícia Civil fluminense.
De acordo com as autoridades, a Justiça expediu 89 medidas cautelares, entre elas 39 mandados de prisão preventiva e 50 de busca e apreensão. Até o momento, 32 pessoas foram presas, enquanto outras oito continuam sendo procuradas.
Durante as ações, os policiais apreenderam uma quantidade expressiva de entorpecentes, incluindo porções de maconha, pedras de crack e papelotes de cocaína, além de celulares e anotações relacionadas ao tráfico.
As forças de segurança avaliam que a operação representa um avanço importante no enfrentamento ao crime organizado na região, e destacam que as investigações continuam para desarticular completamente o grupo criminoso.





