Novos rumos
As coisas já vão andando com a nova diretoria do Grupo Imigrantes. O diretor geral agora é o advogado Carlos Liesner. Por trás do empreendimento está ainda o vereador Northon Neiva (PMDB). Já o ex-secretário Fernando Barbosa, de acordo apurado pela coluna, está fora do negócio (ao contrário do inicialmente anunciado, a de que ele seria um dos cabeças da nova formação administrativa).
Onde estou?
O deputado federal Fábio Ramalho (PMDB) virou moda (de novo) nas redes sociais de Teófilo Otoni, após um print de postagem em seu perfil no Facebook dizer que o parlamentar estava chegando para a Exponor, maior evento de negócios do ‘Norte’ de Minas Gerais. Os internautas não perdoaram ao precisar que a cidade está situada na região nordeste do Estado. Na página do deputado a direção geográfica foi retirada, para evitar outros rumos.
Agitado
E a semana foi movimentada na página de Facebook do deputado Fábio Ramalho, bem como, em seu gabinete em Brasília. Lá ele recebeu os congressistas mineiros, e, em meio aos senadores Aécio Neves (PSDB) e Antônio Anastasia (PSDB), coordenou as discussões sobre uma solução para a Cemig, que não passe pela privatização de hidrelétricas da estatal mineira. O deputado aproveitou os ensejos virtuais para se posicionar ainda a favor do distritão. “Se tem um candidato com 500 votos e outro de 50, não tem sentido o menos votado ser eleito por coligação e o mais votado não ser eleito”. Pronto, falou.
Exageros à parte…
Olha, esta coluna não é muito de fazer meio campo para político que está sendo achincalhado em cenário nacional por boçalidades. No caso em específico, falamos do vídeo em que o comediante Danilo Gentilli aparece descendo a ripa no deputado Fábio Ramalho, sobre um projeto de proibição de venda de refrigerantes nas escolas. Disseram por ai que esta proibição até já existe. Mas, em questão do apresentador detonar o parlamentar pelo PL, há um equívoco nisso tudo. Claro que hoje os políticos estão no olho do furacão, devido a problemas de corrupção, negociatas e outras ilicitudes e imoralidades. Mas este projeto não é negativo. Sabemos atualmente que um dos maiores problemas da obesidade, excesso de açúcar no organismo, dentre outros males são causados pelo consumo de refrigerantes.
Saia justa
Pegou fogo a CX (número 110) Assembleia Ordinária da AMUC na manhã desta quinta-feira (17), no auditório do Hotel Capital das Pedras. Liderados pelo prefeito de Teófilo Otoni, o presidente da associação Daniel Sucupira (PT), os prefeitos acabaram anunciando um ato de ‘rebeldia’ contra o governador Fernando Pimentel (PT), devido o atraso nos repasses do transporte escolar. Enquanto os prefeitos de Carlos Chagas, Acássio (PPS), e de Ladainha, Walid (PSDB) batiam duro no Estado, Sucupira se contorcia para atender os seus pares (e fez isso ao gosto da maioria) ao mesmo tempo que via estar numa situação de sangramento dos seu partidário mor na região. Foi um Deus nos acuda.
Situação
A maioria dos prefeitos, por 17 votos a 2, decidiram judicializar o Estado pelo atraso no repasse das verbas para o transporte escolar, e, em caso de não houver resposta em 15 dias, paralisar o serviço. Os votos vencidos, de Walid e do prefeito de Bertópolis eram mais duros. Eles queriam acionar o executivo estadual judicialmente e parar logo em seguida. Acássio acabou seguindo a maioria.
Na base da pressão
Os prefeitos se mostravam insatisfeitos tanto pelo atraso no repasse, que causa enormes gargalos nos já apertados cofres dos municípios, impedindo o investimento em outros setores da Educação, quanto pelo não cumprimento do prometido pelo secretário estadual de Governo, Odair Cunha. Segundo os prefeitos, durante o Fórum Mucuri, em Nanuque, no início deste mês, Odair fez a promessa a um grupo de prefeitos que o imprensou contra a parede, que em 15 dias o problema do repasse estaria resolvido. Depois disso nenhuma sinalização sobre o assunto por parte do Estado surgiu. Dai nasceu a mais forte contenda. Vamos aguardar.
Pela tangente
Enquanto a pressão se aperta para a maioria dos deputados, que veem no distritão uma forma de se reelegerem, há quem caminha por outros meios para permanecer na cadeira. O deputado estadual Neilando Pimenta (PP), por exemplo, vem fugindo de polêmicas, inclusive, nada falou sobre a enxurrada de matérias que davam conta do não prosseguimento das obras do Hospital Regional por parte do governador. E, ainda expandiu suas bases. Hoje é um dos nomes mais fortes no leste de Minas, englobando cidades como Caratinga, Bom Jesus do Galho, dentre outras.





