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	<title>Arquivos Diário Entrevista - Diário de Teófilo Otoni</title>
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	<title>Arquivos Diário Entrevista - Diário de Teófilo Otoni</title>
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		<title>Pré-candidato a prefeito Bruno Balarini concede entrevista ao Diário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário de Teófilo Otoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 16:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TEÓFILO OTONI – O jornal entrevistou o geógrafo e especialista ambiental Bruno Balarini, pré-candidato a prefeito pelo Avante. De família tradicional em Teófilo Otoni e região, e também na política (o pai foi prefeito de Pavão, onde o irmão, Luciano Balarini é o atual). Bruno Balarini chega com novos ideais, de compor com todas as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>TEÓFILO OTONI – O jornal entrevistou o geógrafo e especialista ambiental Bruno Balarini, pré-candidato a prefeito pelo Avante. De família tradicional em Teófilo Otoni e região, e também na política (o pai foi prefeito de Pavão, onde o irmão, Luciano Balarini é o atual). Bruno Balarini chega com novos ideais, de compor com todas as matizes políticas, observando a capacidade técnica dos entes envolvidos, bem como suas aptidões pela construção de uma cidade melhor. Conheça neste bate-papo as propostas inovadoras de um pré-candidato a prefeito que transita por toda a malha política local, tendo exercido funções no Executivo em três gestões (de grupos rivais entre si, Getúlio Neiva, Maria José e Daniel Sucupira). Como isso foi possível em uma cidade de severa [e prejudicial] rivalidade polítca? Conheça o nome do avante para a Prefeitura de TeófiloOtoni em 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIÁRIO – Bruno Balarini, o senhor já foi secretário municipal em gestões de dois ex-prefeitos, inclusive de grupos adversários entre si, mas nunca tentou algo na política, mesmo para vereador. Agora, dá um passo alto, tentando direto a chefia do executivo. Fale-nos sobre esta sua decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BRUNO – Exatamente por ter ocupado cargos em governos de lados opostos é que percebi que a eficiência do modelo político proposto pelos dois é muito baixa para nossa cidade. É entorno dessa inovação que me coloco como pré-candidato a prefeito de Teófilo Otoni, depois de viver e ter experiência em três secretarias. Fui secretário de Desenvolvimento Econômico no governo da ex-prefeita Maria José (PT). Depois tive a oportunidade de ser secretario de Governo e também de Meio Ambiente no governo Getúlio Neiva (MDB), e, atualmente, prestei assessoria técnica atual prefeito. Sempre fui para as administrações para desenvolver um trabalho técnico, do qual acredito que é muito carente na administração pública. Muitas vezes o modelo político que está aí quer conduzir uma administração apenas pelo lado político e esquece a parte técnica, que de fato pode promover resultado positivo para a coletividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação a projetos, o senhor já tem um plano de governo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Temos diretrizes que vão conduzir pilares muito sólidos no que pretendemos fazer e para aquilo que não será feito. Por exemplo, fazer da administração um espaço para atender amigos ou partidários. Essa possibilidade não mais existirá. Ao mesmo tempo temos construído, através do movimento “Somos Todos Teófilo Otoni” a ideia de diagnóstico. Do que isso se trata? Apesar de termos diretrizes básicas é necessário que o cidadão se envolva na tomada de decisões do quê que ele quer que o governo faça para melhor sua vida e da sua família. Entorno disso estamos lançando um diagnóstico por meio de um questionário muito simplificado que iremos fazer, ou melhor, um questionário virtual, exatamente para reduzir custos e aumentar o alcance desse relatório, para que as pessoas possam se manifestar naquilo que tem de bom e de ruim onde moram, por exemplo. Envolta desse diagnóstico é que consolidaremos o que é melhor para ser inserido no plano de governo. Em suma, nosso planejamento de governo visa crescer junto com a população. Essa história de me colocar como salvador da pátria é antigo. Isso não é bom para a cidade, achar que teria alguém para curar todos os males. É com participação, ouvindo muito, andando muito e tendo a certeza de que o modelo que aí está, de atender grupos, de priorizar partidos ao invés da cidade, é um modelo que precisa ser superado com muita urgência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse sentido como o senhor montaria um futuro governo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com pessoas que queiram trabalhar muito e deixar o seu legado para uma cidade melhor. Aqui não interessa a posição partidária. O que interessa é que sejam pessoas dedicadas, capacitadas e que gostem de Teófilo Otoni. A única bandeira que pode ser levantada dentro da nossa cidade é a bandeira de Teófilo Otoni. Nenhuma outra bandeira, como tentam fazer por aí, pode ser levantada. Isso demonstra claramente que não querem uma cidade para todos, querem uma cidade para alguns, o que não podemos permitir mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bruno, o senhor fala que esse modelo não serve. Qual seria o modelo ideal?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que não serve é ocupar cargo público para fazer e querer que o povo seja grato. Gratidão não, isso é obrigação. Nós, cidadãos comuns temos que estar dispostos a cobrar o que não foi feito. Governos que cobram da população essa gratidão não serve. Isso sim é tripudiar sobre a demanda do outro. Não podemos permitir que o outro, que está em vulnerabilidade, que necessita do serviço público diretamente, seja utilizado dessa forma, ou seja, a pessoa apresenta um problema, eu vou lá e resolvo a demanda, e depois fico como salvador da pátria. De jeito nenhum. Precisamos romper com isso imediatamente. Para mim o modelo que serve é aquele onde o Executivo faça o que lhe é devido, com a melhor eficiência possível, afastando a ideia de que o cidadão precisa ser grato. De jeito nenhum, o cidadão precisa ser livre para escolher aquilo que é melhor para ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação a composições políticas, o senhor é pré-candidato a prefeito. Nesse sentido, terá que ter um vice. Como que está esta articulação? O senhor é procurado ou procura grupos? como essa situação será feita em uma futura chapa Bruno Bailarini para prefeito?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas duas direções. O diálogo é a premissa para o bom entendimento, e bom entendimento não significa pensar igual, significa que possamos ter ideias diferentes, porém convergindo na mesma direção, que é o bem da cidade, e, quando falamos sobre o bem da cidade é importante esclarecer que bem é esse. Todo mundo quer o bem a cidade, mas isso significa transformar os ideais políticos dentro de uma composição para aperfeiçoamento da máquina pública, reduzindo burocracia, com valorização do servidor público, melhoria da infra-estrutura urbana, utilização dos recursos que vem do governo federal e estadual para a área de educação e assistência social, enxugamento da máquina para que termos recursos suficientes para investir na cidade e não ficar dependo tanto do Estado, que por hora não tem dinheiro, bem como da União, que tem excessiva burocracia e fiscalização para liberação desses recursos? Temos de trabalhar com atores locais, com pessoas de bem, gente de espírito livre, dispostos, muito além da ocupação de um cargo a uma dedicação permanente para a melhoria da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Só para o leitor do jornal ter mais clareza, nessa época saem muitos nomes como pré-candidatos e muita coisa é dita. Pode-se cravar que a pré-candidatura de Bruno Balarini vai à frente: Ela vai acontecer ou será mais uma dessas pré-candidaturas que a gente vê ventilando e depois compõem-se a um dos grupos e se esfacelam com seus projetos e ideias?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu não me prestaria a isso. Fiquei 09 anos ocupando cargo na prefeitura. Tenho certeza que deixei a minha contribuição. Agora é o momento de falar daquilo que foi conquistado, e deixar um horizonte para aquilo que a gente quer fazer. Depois de muito conversar com a minha família, que é a base que mantêm todos nós de pé, depois de bem alicerçado dentro do partido, e aqui eu queria externar minha gratidão ao Bruno Farias, o presidente do Avante em Teófilo Otoni e ao deputado federal Luis Tibé, presidente nacional da legenda, e toda a sua equipe lá da sede em Belo Horizonte, que tem consolidado e garantido a nossa pré-candidatura. É claro que estamos abertos ao diálogo. Sempre, para aquilo que for melhor para a cidade, estamos dispostos a contribuir. Mas, de um modo muito claro e preciso, a nossa pré-candidatura está consolidada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe suas considerações finais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sou um cidadão comum, que passa pela política para deixar a minha contribuição para a cidade, e me retirar dela permitindo que novas lideranças surjam, auxiliando que novas pessoas possam atuar no meio. E, principalmente respeitando as demandas do povo. Eu não tenho coragem, e quem me conhece de perto sabe disso, de brincar com a demanda de um morador de um bairro que não tem, por exemplo, calçamento. Eu não posso chegar prometendo aquilo que não poderá ser cumprido, porque isso é uma opressão covarde, e essa covardia da política tem de ser extirpada da cultura da sociedade teófilo-otonense. A cidade de Teófilo Otoni precisa ser respeitada. Nosso município não pode viver um joguete político que nos últimos 40 anos nos levou a ser a cidade que menos cresceu em Minas Gerais. Nós não podemos permitir que essa cidade, que atende mais de 90 municípios na área de saúde seja refém de um pensamento de política de grupo ou de partido. Nós não podemos permitir que Teófilo Otoni fique para trás sendo a maior cidade do Nordeste de Minas, perdendo competitividade pela falta de um plano diretor decente, pela falta da eficiência da máquina pública, pela falta de saber para que lado essa cidade cresce e o quê que ela tem de bom. Criticar, apontar problemas é muito fácil, e aí há o meu entendimento, que é com muito sangue no olho e vontade de fazer diferente, que iremos conseguir inverter essa dinâmica, respeitando as pessoas, as diferenças, mas tendo muita firmeza para encarar os desafios para peitar aquilo que for necessário para nos livrar de um modelo que não serve mais. Isso precisa ficar muito claro para a população. É óbvio que todo mundo tem um lado bom. É notório que toda pessoa possui algo de bom para contribuir. Mas somente isso não é suficiente para colocar Teófilo Otoni na rota do desenvolvimento socioeconômico.</p>
<p><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Bruno-2-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-32798" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Bruno-2-1-268x300.jpg" alt="" width="268" height="300" srcset="https://jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Bruno-2-1-268x300.jpg 268w, https://jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Bruno-2-1.jpg 523w" sizes="(max-width: 268px) 100vw, 268px" /></a></p>
<p>“Por ter ocupado cargos em governos de lados opostos é que percebi que a eficiência do modelo político proposto pelos dois é muito baixa para nossa cidade”</p>
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		<title>Em entrevista ao DIÁRIO, Edson Soares quer reafirmar seu legado de ex-prefeito em pré-candidatura para 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário de Teófilo Otoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2019 17:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TEÓFILO OTONI &#8211; Edson Soares foi prefeito de Teófilo Otoni por duas ocasiões, e é um dos grandes nomes da política municipal ainda em cena, talvez o último daqueles figurões políticos remanescentes dos anos 1980 e 1990, quando a cidade contava com Luis Leal, Kemil Kumaira, Wander Lister, Maria José e Getúlio Neiva. Destes apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>TEÓFILO OTONI &#8211; Edson Soares foi prefeito de Teófilo Otoni por duas ocasiões, e é um dos grandes nomes da política municipal ainda em cena, talvez o último daqueles figurões políticos remanescentes dos anos 1980 e 1990, quando a cidade contava com Luis Leal, Kemil Kumaira, Wander Lister, Maria José e Getúlio Neiva. Destes apenas o último ainda não in memoriam, porém fora do cenário político devido o AVC sofrido em 2016 em pleno pleito eleitoral. Edson é do tempo das grandes obras, trabalhos que calçaram Teófilo Otoni e a moldaram na cidade que é hoje, definindo sua infra-estrutura e rede logística, além da implantação dos pioneiros serviços públicos, como a implantação  do Corpo de Bombeiros, que aconteceu em seu governo, como o próprio bem lembrou nessa entrevista. Também foi deputado federal, e sempre se lança na política do município obtendo expressiva votação. Há ainda aqueles teófilo-otonenses que só votam em Edson Soares, no cargo disputado que for. Mas como conquistar o eleitor mais jovem, e garantir o desenvolvimento em tempos de crise? Esta e outras indagações são aferidas pelo presidente municipal do PRB, nesta entrevista exclusiva ao Jornal Diário.</p>
<p>DIÁRIO: O senhor é um político experimentado, com vários cargos exercidos. Foi  por duas vezes prefeito de Teófilo Otoni, deputado federal, e é notoriamente reconhecido pelo público de média idade para cima do município.  Então, como conquistar, agora, os moradores mais jovens?</p>
<p>EDSON SOARES: Nós vamos mostrar para a juventude que somos capazes pelo que nós fizemos. Desenvolver um projeto planejado para progredir a cidade, como fizemos anteriormente. Nós defendíamos, eu tenho exemplos que darei em outra oportunidade se for o caso, a ideia de que cresceríamos em dois vieses, por dois caminhos: a distribuição de alimentos e a de cosméticos para todo o Brasil, a exemplo do que faz Uberlândia com suas grandes empresas de distribuição via transporte rodoviário; E sendo um centro de formação educacional. Para se ter uma ideia do governo à nossa época, construímos o prédio da Escola Maria Amália, um imóvel grande, bonito, para por dois mil e quatrocentos e oitenta alunos. Nessa época a UNIPAC estava começando, se pensava em iniciar a DOCTUM, lutávamos, como todos  os políticos da região, para que se trouxesse a Universidade Federal para Teófilo Otoni. Briguei junto com o então deputado, meu amigo, Nilmário Miranda, para trazer o Banco do Nordeste para cá, que ainda era, eu não diria capenga,  mas frágil. Banco este que proporciona investimentos a juros baixíssimos, incentivando a indústria e a prestação de serviços para a agropecuária da região de Teófilo Otoni. É mostrar aos mais jovens que fui um  dos deputados que dormiu várias vezes no plenário do Congresso Nacional com prefeitos dos Vales do Mucuri e do Jequitinhonha, para forçar os deputados, sobretudo do estado do Espírito Santo, e das regiões Norte e do Nordeste do país, a votar a favor do Projeto de Lei que trouxe grandes benefícios para a região, que foi a Sudene. É claro que muitas coisas chegaram com o tempo, como o próprio Banco do Nordeste. Mas, vários avanços que são necessários. Eu conversei</p>
<p>recentemente com a gerente do banco. Eu disse para ela que, caso eleito prefeito, iria me reunir com os deputados federais que representam nossa cidade e região para trazer  a superintendência do banco para T. Otoni. Fator este que geraria centenas de empregos e oportunidades, além de rapidez na realização de projetos de cadastros para injeção de recursos no fomento do empreendedorismo. Pode-se notar que nós temos ideias, e a juventude quer é justamente isso.  A juventude quer cabeças pensantes, em pessoas que pensam no que ela pensa, nas questões que ela precisa, no que ela demanda. A juventude demanda vontade de trabalhar, de formação, vontade de arrumar um emprego, de se posicionar com dignidade na sociedade. E ela não fará isso sem trabalho, sem mostrar que é útil, que é competente, que justifica o seu curso superior. A juventude não quer só o diploma, ela quer sobretudo algo que lhe dê dignidade, que é o trabalho, o emprego. E eu penso nessa perspectiva. Não fomento nem estimulo heresias, questões enganosas e sem sentido. Hoje, levanto um grande debate, nós não temos condições objetivas de instalação de grandes indústrias na região, pois temos dificuldades topográficas, dificuldades hídricas, falta de água, transporte ineficiente para grandes escoamentos. Neste sentido, só temos asfalto, que é o mais caro meio de transporte para manutenção e implantação. Não temos rede ferroviária,  não temos nem aeroporto para transportar nem os executivos,  não temos um rio saneado. Empresário sério, de grande empresa, não vem para cidade poluída. E, o mais importante, não temos centro consumidor perto. Você tem  que fabricar e vender, mas está longe de portos, de aeroportos, longe de cidades grandes, de municípios que consomem. Temos que trabalhar naquilo que é a nossa vocação geográfica, a nossa vocação topográfica. Nós estamos no centro do país. Possuímos várias atividades que iremos elencar e, que começaremos a praticar quando prefeito para estimular as oportunidades vocacionais da cidade e da região. Eu vejo que a juventude não terá dificuldades de aliar-se às nossas ideias e nos ajudar a formatar um projeto melhor para nossa cidade e seu pleno desenvolvimento.</p>
<p>A política é composição. O senhor é um nome que historicamente é aberto a composição. Nesse sentido, tem muitas pessoas da política de Teófilo Otoni, saudosistas, que querem Edson Soares como candidato, que querem votar no Edson Soares. Nesse ínterim, podemos ter a certeza que teremos o Edson Soares cabeça de chapa na urna em 2020?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não sou um cara turrão, bobo e estático. Sou um cara que penso dinamicamente. Se a realidade mostrar, como está mostrando hoje, que eu sou o nome mais viável para derrotar a concepção petista  de governar, eu me coloco pré-candidato a prefeito. Se a realidade mostrar que eu possa ser importante como apoiador, estarei a disposição da cidade. Mas, hoje eu sou pré-candidato não por vontade pessoal, mas por vontade e determinação partidária. O nosso partido quer inserir nas cidades de grande porte e médio porte,  nomes fortes para a disputa majoritária. E Teófilo Otoni é uma  destas cidades, município pelo qual  nós temos muito carinho.</p>
<p>Em meio a tantos candidatos ditos da nova geração da política, o senhor enquanto ex-</p>
<p>prefeito, ex-deputado federal, por que volta a cena se lançando pré-candidato a prefeito de Teófilo Otoni?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Me inscrevi em um partido chamado Partido dos Republicanos, partido novo, mas que cresceu muito, de conduta coletiva ilibada, tranquila, lisa, e que almeja se inserir na política institucional das grandes cidades de Minas Gerais, e uma delas é Teófilo Otoni. Depois, segundo a cúpula do partido, após pesquisar por meses, escolheram meu nome para ajudar a comandar a legenda em Teófilo Otoni e na região do Leste do estado, e quem sabe fazermos um prefeito nessa cidade. Depois, pessoalmente falando, a política não me deixa. Quando ela tenta me deixar, eu não deixo ela. É uma relação recíproca, entre Edson Soares e a atividade política. Eu gosto do meio, se bem que não vivo profissionalmente a política, mas quando político  vivi exclusivamente para esta atividade em termos de gestão pública. Sou um homem que a atividade política é coisa inerente ao meu espírito, a minha consciência, a minha condição intelectual, psicológica. Daí eu querer tentar entrar de novo na prefeitura para resgatar o nosso legado, sobretudo naquilo que foi destruído pelo tempo. Entendo que a gestão nova que virá, como todas as gestões que vieram e que virão, tem que ter planejamento, tem que definir o rumo que a cidade quer, tem que  buscar a condição que a cidade exercita, liderar a região que nós polarizarmos. Volto com vontade de ser prefeito de novo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E quais são seus objetivos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Resgatar os equipamentos e a atenção à saúde pública que o meu governo deu. Eu me lembro que implantei o  Pronto Socorro Municipal, uma clínica oftalmológica que dava testes de acuidade visual nas escolas, chegando a entregar de óculos gratuitos pela prefeitura. Implantamos ainda a Casa de Saúde da Mulher, tirando as mulheres de Teófilo Otoni daquelas viagens sofridas de ônibus para fazer prevenção de câncer de colo de útero e de mama em Belo Horizonte. Criamos um conjunto médico, que atendia as mulheres e faziam pequenas cirurgias, sobretudo as chamadas CAF’s (Cirurgia de Alta Frequência), criamos também na área da saúde uma clínica odontológica no modelo canadense, que atendia 60 tratamentos completos diariamente, e o excedente, aquilo que a Prefeitura não dava conta, contratamos em regime de pro labore 23 dentistas particulares para atender as pessoas, por conta do Município quando a nossa clínica não dava conta. Criamos, por fim na área da saúde, um trabalho imenso de prevenção junto aos PSFs. Nosso médico e enfermeira do PSF recebiam para trabalharem 8h por dia, ou no mínimo 6h corridas. Cada PSF cuidava em média de mil famílias, quatro mil pessoas. Isso  infelizmente foi degradado. Você passa a ouvir nas rádios pela manhã várias reclamações, presencia casos de sofrimento em alto grau na porta da UPA, sem atendimento.</p>
<p>Recentemente eu ouvi em uma das rádios, um cidadão que já tinha perdido três ou quatro dedos necrosados do pé, e vai perder o corpo todo se ele não for transferido para o hospital. Na nossa época, um legado que tenho orgulho de reafirmar, eu dizia nas rádios e pelos jornais que não era permitido ter filas nos postos de saúde, não era permitido ter filas nos hospitais, era uma expressão que demonstrava a nossa vontade e o simbolismo do nosso respeito pelo paciente que não podia enfrentar filas sofríveis. Por isso começamos a voltar a querer ser prefeito, pelo resgate do nosso legado. Criamos, é bom que se lembre e eu acho a ideia atualíssima,  moderna e nova,  10 mil vagas na rede pública municipal. Quando nós assumimos a prefeitura, e eu digo isso com convicção, e se for mentira não divulgue essa entrevista, tínhamos só uma escola pública municipal na cidade, o Sidônio Otoni, com quatrocentos alunos, num prédio velho, deteriorado e alugado da comunidade luterana. Nosso governo comprou o prédio, comprou aquela região que hoje é o SAMU e um galpão industrial, reformamos o colégio, ampliamos ele e abrimos mais 10 mil vagas na rede pública municipal, com a Escola do São Cristóvão, Teodolino Pereira, Escola do CAIC, Escola Maria Amália, que virou referência regional, as escolas que funcionavam no morro da Matinha, do Instituto, no Frei Dimas, em todo morro nós criávamos escola para meninos de até 06 anos  não ter que descer pelo centro da cidade, de não ocupar a mãe em levar para uma viagem longa, a pé. Nós levamos a escola até o aluno. Criamos uma escola para mais de mil na comunidade rural de Maravilha, outra em Brejão. Demos seiscentos novos empregos para professores formados, sendo que quando assumi era em torno de setecentos e setenta e oito, professores leigos que ficavam oito anos para ensinar o menino a decorar uma tabuada. Nós revolucionamos a educação,  revolucionamos a saúde pública e temos o legado que tem que ser resgatado, porque é novo falar em educação. Nenhum povo cresce com dor, você não conhece povo nenhum que se desenvolve doente, morfético, morrendo de dor, morrendo de disenteria, morrendo de diarreia, morrendo de câncer e  de outras doenças de veiculação hídrica, hipertensão, diabetes. Nenhum povo se desenvolveu no mundo como a Finlândia hoje, China, Japão, a Alemanha do pós guerra, sem investir profundamente na educação. Desafio quem acha que é velho falar em educação. Se falar vai ter que me provar qual país, qual continente, que se desenvolveu sem educar sua população. Por isso reafirmo, quero voltar para a prefeitura para resgatar essas políticas públicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estas serão suas duas pautas principais, saúde e educação?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Evidentemente sem esquecer de fazer o que nós fizemos, as grandes obras de Teófilo Otoni. A emblemática obra da região da João XXIII, a emblemática obra de canalização do Córrego Santo Antônio no Bela Vista, as emblemáticas obras de canalização e outras no  Castro Pires, parte do Ipiranga e Vila Santa Clara, Palmeiras, o Corpo de Bombeiros de Teófilo Otoni, que também é uma obra que tenho orgulho imenso em reafirmar. Um trabalho delicadíssimo, pois vejo, a cada dia notícias do Corpo de Bombeiros salvando vidas, salvando patrimônio, protegendo as pessoas. E isso tudo faz parte do elenco de motivações que me fazem voltar a pleitear ser candidato, ser pré-candidato a prefeito da minha cidade.</p>
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		<title>DIÁRIO inicia série de entrevistas com pré-candidatos a prefeito de Teófilo Otoni com Paulo Henrique Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário de Teófilo Otoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 17:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TEÓFILO OTONI – Paulo Henrique Coimbra é empresário e gestor público, formado em administração de empresas com várias especializações na área. Aos 36 anos de idade já administrou diversas instituições, entre privadas e públicas. Desde os 16 atua na administração das empresas da família. Casado com Laryssa é pai de Helena, recém nascida de um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>TEÓFILO OTONI – Paulo Henrique Coimbra é empresário e gestor público, formado em administração de empresas com várias especializações na área. Aos 36 anos de idade já administrou diversas instituições, entre privadas e públicas. Desde os 16 atua na administração das empresas da família. Casado com Laryssa é pai de Helena, recém nascida de um mês de vida que pouco sai do seu colo, Paulo Henrique é pré-candidato a prefeito pelo Partido Libera (antigo PR, legenda de número 22). Entre suas principais experiências profissionais, exerceu o cargo de secretário executivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha (CIS-EVMJ, antigo Centro Viva Vida, no bairro São Jacinto), órgão responsável pelo atendimento em saúde de mais de 30 municípios do Nordeste de Minas Gerais, englobando uma população atendida superior a um milhão de habitantes. Em sua primeira [e única] candidatura a um cargo público, obteve surpreendentes 11.440 votos, 17,20% dos sufrágios válidos das eleições para prefeito em 2016. Para 2020 ele aposta no crescimento de seu ideal político e de trabalho junto à população, calcada na transparência, seriedade e planejamento. Confira a íntegra da primeira de uma série de entrevistas com pretensos candidatos a prefeito de Teófilo Otoni para o pleito que se aproxima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIÁRIO: Paulo Henrique Coimbra, o senhor é pré-candidato a prefeito de Teófilo Otoni?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PAULO HENRIQUE: Está muito chato esse assunto de pré-candidatura. Antigamente ou você era ou você não era. Posso dizer que estamos ouvindo a população, conversando com as pessoas, e visitando as nossas bases. Percebemos que tem surgido, por parte da sociedade teófilo-otonense, conselhos para mantermos o trabalho bonito que foi realizado em 2016. Isso nos motiva, nos enobrece e nos enaltece. Demonstra que fizemos um trabalho muito bem feito. Nos alegra saber que trabalhamos com um ideal, com um projeto político de desenvolvimento para a cidade, visando empregabilidade, melhorias para a saúde e a educação, e para vários outros segmentos. Isso nos motiva  e mostra que estamos no caminho certo. A minha vontade é a vontade da população de Teófilo Otoni.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Teófilo Otoni é uma cidade com muitos projetos de poder, de famílias que querem o poder pela tradição. A família Coimbra é tradicional e está há décadas no meio político local. A pré-candidatura de Paulo Henrique é um projeto próprio de família ou é um projeto para Teófilo Otoni?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nossa última candidatura foi construída por várias mãos. Não surgiu da minha família, surgiu de um entendimento de que o processo político que aqui estava era viciado, cheio de erros, cheio de falhas e que precisava ter uma visão mais técnica. Por isso, fomos incentivados a lançar o nosso nome como candidato. E quebrando exatamente isso que você discute na pergunta, que é o tradicionalismo. Viemos romper essa barreira e fico muito feliz em ter feito isso, de uma maneira muito vitoriosa. Nesse sentido, estamos abrindo um leque para que as opiniões, as ideias, uma nova roupagem no quesito do idealismo político possa surgir em Teófilo Otoni. Isso nos deixa muito feliz e tranqüilos, porque é um projeto de todos. Não é um projeto da minha família, não é um projeto exclusivo de tal ala, tal segmento. Acredito que a política tem uma visão enraizada. Ela é a mesma, porém as ideias na política é que são diferentes. Então, entendo que esse é o enredo que tem que ser seguido, o da nova forma de se fazer política.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como discutido nessa entrevista, o senhor tem sua linha de trabalho, sua linha política. Mas, Teófilo Otoni tem várias linhas ideológicas. Caso eleito, o senhor trabalharia para agregar essas linhas ou para que todos entrassem na sua linha? Como funcionaria essa articulação? Teria uma articulação?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com certeza. Você só vai conseguir mudar a história da sua cidade, da sua região, quando construí-la com várias mãos. Esse é o pensamento. Existem boas ideias na esquerda, na direita, e também no que se chama de centro. Na minha visão de gestor, o correto é extrair o que de melhor existe nas pessoas, e colocar isso em favor de um projeto positivo para Teófilo Otoni. Se nós conseguirmos alcançar esse objetivo e sairmos vitoriosos nas eleições de 2020, chegaremos com o propósito de enxergar uma cidade construída por várias mãos, com as melhores mãos. Por que assim teremos  credibilidade e a esperança de dias melhores, que é o que nós infelizmente estamos perdendo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos em um momento de articulações, de discussões políticas, dos grupos se reunindo. Tem-se que Paulo Henrique Coimbra é um nome para pré-candidato a cabeça de chapa. Há alguma possibilidade de composição e, dentro dessa composição, o senhor vir a ser vice de alguma coligação?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tudo é construção. Não podemos neste momento afirmar em nenhum quesito que sim ou que não, posso ou não posso. Isso é uma construção. Como bem disse, tem de ser a várias mãos. Tudo é conversado e construído. Se for para um melhor idealismo para Teófilo Otoni, por que não? Eu, Paulo Henrique, tenho conversado com todas as vertentes e pessoas. Infelizmente, vejo muitos dizendo que o correto é seguir a linha direita contra esquerda. Esse modelo, para mim, já está defasado. Acredito que as ideias têm que sobressair. O povo busca ideias, alguém técnico, que resolva os seus dilemas. O problema do emprego, da geração de renda, soluções para uma educação melhor para nossos filhos, para a saúde, a mobilidade, o calçamento das ruas, da infra-estrutura de um bairro. Vejo que esse é o caminho, um caminho que passa pelo desenvolvimento progressista para Teófilo Otoni.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em termos de plataforma de trabalho e gestão, das administrações que já existiram até hoje em T. Otoni, qual seria o diferencial de Paulo Henrique Coimbra?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro quesito é a transparência. Em uma segunda etapa podemos trabalhar a seriedade e o compromisso com o desenvolvimento. Essas temáticas constroem um governo melhor. É informar a população como os recursos estão sendo utilizado, e de que forma. O porquê daquela rua ser calçada primeiro que a outra. É colocar a transparência, a seriedade e o compromisso alicerçados por um planejamento. Estamos tendo ao longo dos últimos anos, gestores públicos municipais que nunca pensaram de maneira planejada. Eles primeiro querem vencer as eleições para depois ver o que vão fazer. Esse é o grande erro da nossa política. Nós temos que planejar Teófilo Otoni para os primeiros 30 dias, como também para os próximos 30 anos. É aí que começamos a quebrar essa roda falimentar que está Teófilo Otoni hoje. Uma cidade sem expectativa, perdendo todas as suas benesses. Fecha o SESC, perde frigorífico. Não estamos planejando a nossa cidade. Devemos criar um planejamento estratégico, uma visão de futuro a curto, médio e longo prazo. Assim conseguiremos transformar Teófilo Otoni. Se falarmos em comprometimento, o que podemos fazer é nos comprometer com a transparência, com a seriedade, em fazer as coisas dentro do limite que a administração pública autoriza, e entender que o papel do gestor público é fazer aquilo que o povo quer, e não aquilo que você pensa ser o certo, porque desse modo você está fadado ao fracasso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As pessoas sempre procuram em um candidato as experiências administrativas dele. O senhor nunca exerceu um cargo político. Nesse sentido, o senhor está preparado para administrar uma cidade do porte de Teófilo Otoni?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Graças a Deus Essas situações não me assustam. Nunca sentamos em uma cadeira política, mas já administramos em muito a coisa pública, e também a privada. Já tive empresa com três funcionários, como também com 750 funcionários. Portanto, sabemos lidar com a gestão, que é o principal. Em um processo administrativo lidamos com pessoas, números e, principalmente, com planejamento. Isso nós sabemos fazer e fazer bem, porque estudamos e nos preparamos para isso. Venho ao longo da nossa vida, desde os meus 16 anos, administrando situações, ora muito boas ora muito ruins. Fator este normal na vida de qualquer empresário, por exemplo, desde o micro ao grande empresário. Posso garantir que a gestão não muda, pois ela passa por pessoas, pela parte financeira e pelo planejamento, ponto no qual entendemos que as coisas podem seguir da melhor maneira possível. Com planejamento, com estrutura técnica, visando sempre o futuro e olhando os erros do passado, podemos seguir melhor para frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para finalizar, enquanto cidadão, enquanto pretenso candidato a prefeito, qual o seu sonho para Teófilo Otoni?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sonho em ver Teófilo Otoni como uma cidade estruturada. Onde as pessoas tenham a tranqüilidade de seguir a vida, com o seu emprego, sua renda, uma saúde decente, uma cidade melhor para todos nós, para minha filha Helena. Quero construir uma Teófilo Otoni melhor para Helena, para os filhos dos meus amigos, para os filhos da minha cidade, da minha terra, um local onde nossa gente possa prosperar e se estruturar. Vejo Teófilo Otoni com grande chance de progresso, desde que possamos enxergar onde se encerra o ciclo vicioso das más gestões políticas e onde se inicia um ciclo de progresso e de visão de futuro. É aqui, é nesse ponto que conseguiremos esse primeiro passo. Levando a transparência e a seriedade para a nossa realidade. Demonstrar que não precisamos apenas sonhar com grandes indústrias e enxergar nossas outras e várias potencialidades. Podemos, por exemplo, investir nos pequenos pólos, potencializar os pequenos produtores rurais, dar a quem produz meios de escoamento. Com isso geramos empregos e renda, tanto na área urbana quanto nas comunidades rurais, com uma visão simples de contexto. Não precisamos reinventar a roda para obtermos o progresso. Desejo para Teófilo Otoni um sistema planejado. Para termos novamente a credibilidade que o município possuía há 50 anos, época em tudo primeiro vinha para cá e depois era remetido para Montes Claros e outras regiões. Nessa época tínhamos pessoas que planejavam uma cidade melhor e que corriam atrás desse sonho. Hoje, o que vemos é uma digladiação de pessoas com críticas puras, sem apontar direcionamentos. E aí você só está fadado ao fracasso. Teófilo Otoni precisa colocar um ponto final nas suas histórias de insucesso e enxergar um caminho vitorioso daqui para frente.</p>
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		<title>Colegiado Ampliado avalia resultados e discute metas para 2017</title>
		<link>https://jornaldiarioteo.com.br/colegiado-ampliado-avalia-resultados-e-discute-metas-para-2017/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário de Teófilo Otoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2017 18:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DA REDAÇÃO &#8211; O cumprimento das metas estabelecidas no Planejamento Estratégico da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese) para os dois primeiros anos do governo Fernando Pimentel e as ações a serem priorizadas em 2017 foram discutidas durante a 4ª Reunião do Colegiado Ampliado da Sedese, realizada na Cidade Administrativa. Instituído em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_17631" aria-describedby="caption-attachment-17631" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Ação01-1.jpg" rel="attachment wp-att-17631"><img decoding="async" class="wp-image-17631 size-medium" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Ação01-1-300x134.jpg" alt="De acordo com análise da Assessoria de Planejamento da Sedese, entre os objetivos que mais avançaram no período estão o Qualifica Suas e o fortalecimento da Economia Popular Solidária" width="300" height="134" /></a><figcaption id="caption-attachment-17631" class="wp-caption-text">De acordo com análise da Assessoria de Planejamento da Sedese, entre os objetivos que mais avançaram no período estão o Qualifica Suas e o fortalecimento da Economia Popular Solidária</figcaption></figure>
<p><strong>DA REDAÇÃO &#8211;</strong> O cumprimento das metas estabelecidas no Planejamento Estratégico da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese) para os dois primeiros anos do governo Fernando Pimentel e as ações a serem priorizadas em 2017 foram discutidas durante a 4ª Reunião do Colegiado Ampliado da Sedese, realizada na Cidade Administrativa. Instituído em maio de 2016, o Colegiado Ampliado é composto por todo o corpo dirigente da secretaria.</p>
<p>Ao abrir a reunião, a secretária Rosilene Rocha enfatizou a atuação responsável da atual gestão que, a despeito de dificuldades financeiras e orçamentárias, prioriza as entregas aos cidadãos.  “Estamos administrando com muita responsabilidade e fazendo pequenas entregas para muitos; um conjunto de pequenas entregas que alcançam o maior número de pessoas”, afirmou, ao destacar a aproximação com as prefeituras, os movimentos sociais e os cidadãos.</p>
<p>“Trabalhamos na perspectiva de ouvir as pessoas, os cidadãos. Não há fosso entre a Cidade Administrativa e a população de Minas Gerais e a Sedese tem sido muito feliz ao receber e levar em conta a agenda dos movimentos sociais.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resultados </strong></p>
<p>De acordo com análise da Assessoria de Planejamento (Asplan) da Sedese, entre os objetivos que mais avançaram no período estão o Qualifica Suas e o fortalecimento da Economia Popular Solidária.</p>
<p>O Programa Qualifica Suas apresentou resultados positivos em diversas ações. Por meio do Plano de Indução Orientada de Gastos para Aprimoramento da Gestão do Suas, por exemplo, ofereceu apoio técnico a 287 municípios e, desses, 245 (85%) apresentaram redução nos saldos identificados nas contas do Fundo Municipal de Assistência Social entre dezembro de 2014 e outubro de 2016.</p>
<p>O Programa também prestou apoio técnico da Proteção Social Básica a 276 municípios e da Proteção Social Especial a 234 municípios. Além disso, em 2016 foi realizada a 1ª etapa do Capacita Suas, que certificou 2.495 profissionais da Assistência Social, entre técnicos, conselheiros e gestores, em 89 turmas, divididas em 21 polos de capacitação.</p>
<p>A economia popular solidária tem se fortalecido com o apoio às feiras regionais e a criação de pontos fixos de comercialização dos produtos do movimento da economia popular solidária. Em 2016 a Sedese realizou 11 feiras regionais e duas estaduais, além de manter os pontos fixos de venda em Belo Horizonte e em outras seis Regionais da Sedese. Ao todo foram beneficiados 759 empreendedores de cerca de 150 municípios.</p>
<p>Alguns aspectos administrativos também apresentaram resultados positivos, como a diminuição dos passivos de prestação de contas da Secretaria e um percentual de execução dos recursos disponíveis maior, quando comparado aos anos anteriores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desafios</strong></p>
<p>Foram apontados como desafios para 2017 a elaboração de estratégias de integração das áreas trabalho e assistência social,  a promoção de melhorias na tecnologia da informação da Sedese e o atendimento à região metropolitana de Belo Horizonte.</p>
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		<title>Um pedacinho do Líbano no Centro de Teófilo Otoni</title>
		<link>https://jornaldiarioteo.com.br/um-pedacinho-do-libano-no-centro-de-teofilo-otoni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário de Teófilo Otoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 11:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Clube Libanês comemora mais de 120 anos de imigração libanesa em Teófilo Otoni e região, e para celebrar a data, foi inaugurado nesta quinta-feira (25), no Espaço Calçadão Cultural, da Rua Manoel Martiniano, no Centro, um monumento em bronze, representando a figura do mascate e toda sua habilidade para o comércio. A escultura é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Entrevista01.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-11039 size-medium" style="margin-right: 15px;" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Entrevista01-300x160.jpg" alt="Entrevista01" width="300" height="160" /></a>O Clube Libanês comemora mais de 120 anos de imigração libanesa em Teófilo Otoni e região, e para celebrar a data, foi inaugurado nesta quinta-feira (25), no Espaço Calçadão Cultural, da Rua Manoel Martiniano, no Centro, um monumento em bronze, representando a figura do mascate e toda sua habilidade para o comércio. A escultura é da artista mineira Vânia Braga. Uma homenagem ao imigrante libanês, marcando de forma indelével a sua presença na história dessa cidade. Nesta entrevista dominical, o DIÁRIO conversou com a presidente do Clube Libanês, Munira Molaib e a artista Vânia Braga, que contou um pouco da sua trajetória, e o sentimento de fazer parte de um acontecimento tão importante para o município, que foi a inauguração do</strong></p>
<figure id="attachment_11040" aria-describedby="caption-attachment-11040" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Entrevista02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11040 size-medium" style="margin-right: 15px;" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Entrevista02-300x193.jpg" alt="Vânia Braga é responsável por diversos trabalhos no Brasil e exterior, e responsável pelo monumento do imigrante libanês " width="300" height="193" /></a><figcaption id="caption-attachment-11040" class="wp-caption-text">Vânia Braga é responsável por diversos trabalhos no Brasil e exterior, e responsável pelo monumento do imigrante libanês</figcaption></figure>
<p><strong>monumento em homenagem ao imigrante libanês em Teófilo Otoni.</strong></p>
<p><strong>TEÓFILO OTONI &#8211;</strong> Em 1962 foi criada a Sociedade Beneficente Sírio-Libanesa, dando origem, em 07 de setembro de 1951, ao Clube Libanês de Teófilo Otoni, que tem como objetivo disseminar a cultura árabe, manter uma aproximação maior da colônia libanesa e o entrosamento com a cultura brasileira, preservando vivo o legado dos antepassados. Na última quinta-feira (25), no Espaço Calçadão Cultural da Rua Manoel Martiniano, Centro, o Clube Libanês promoveu a inauguração de um monumento em bronze, representando a figura do mascate e toda sua habilidade para o comércio. A escultura da artista mineira Vânia Braga é uma homenagem ao imigrante libanês, marcando de forma singular a sua presença na história</p>
<figure id="attachment_11041" aria-describedby="caption-attachment-11041" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Entrevista03.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11041 size-medium" style="margin-right: 15px;" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Entrevista03-300x208.jpg" alt="“É um sentimento de sonho realizado, de uma missão cumprida, em sinal de reconhecimento e gratidão aos nossos antepassados”, afirmou Munira Molaib" width="300" height="208" /></a><figcaption id="caption-attachment-11041" class="wp-caption-text">“É um sentimento de sonho realizado, de uma missão cumprida, em sinal de reconhecimento e gratidão aos nossos antepassados”, afirmou Munira Molaib</figcaption></figure>
<p>da cidade. Em meio à comemoração, e por que não, reconhecimento tardio desta comunidade tão importante para o município, o Diário bateu um papo com a presidente do Clube Libanês, Munira Molaib e a artista Vânia Braga. Confira!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIÁRIO – Há mais de 30 anos no mercado da arte e responsável por diversos trabalhos por Estados Unidos, Portugal e todo o país, o município recebeu um pouco do seu talento. Conte-nos como foi o inicio de sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_11042" aria-describedby="caption-attachment-11042" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Entrevista04.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-11042 size-medium" style="margin-right: 15px;" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Entrevista04-300x200.jpg" alt="Monumento em homenagem ao imigrante libanês inaugurado em Teófilo Otoni" width="300" height="200" /></a><figcaption id="caption-attachment-11042" class="wp-caption-text">Monumento em homenagem ao imigrante libanês inaugurado em Teófilo Otoni</figcaption></figure>
<p>Vânia Braga &#8211; Todas as vezes que reúno com amigos para contar minha história sempre brinco e digo: nasci “dentro” de um atelier de artes. Sendo a única filha mulher, meu pai tinha um carinho especial por mim. Lembro que ainda muito criança, mais precisamente aos cinco anos, ganhei meu primeiro cavalete, pinceis e palheta. Coube-me acompanhá-lo e assisti-lo pintando as lindas paisagens mineiras. Assim começava minha convivência com a Arte. Confesso que a cada cena que via retratada nas telas a minha fascinação pela arte crescia. Morava em Pedro Leopoldo e a casa dos meus pais era ao lado de uma olaria. Nos fins de tarde, reunia com os amigos e íamos buscar argila para brincarmos. O contato da argila com as mãos me deixava extasiada e foi brincando e esculpindo os primeiros torrões de argila que ficou registrada o meu primeiro contato com a escultura. Pintei durante 15 anos trafegando pela pintura acadêmica até chegar ao abstracionismo. Aos 20 anos, com a influência e apoio do meu irmão Vitor Braga – que é hoje um dos maiores marchands do país, inaugurei minha Galeria de Artes. Fiz várias exposições e leilões nas cidades mineiras e a cada leilão observava as obras de grandes artistas como as esculturas de Sonia Ebling, período em que eu ficava “namorando” e admirando suas figuras femininas e felinos, o que acabou me influenciando no meu atual trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qual a importância da arte na sua vida?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vânia Braga &#8211; Para mim, esculpir uma peça significa resgatar minha infância e trazer de volta os ensinamentos maravilhosos que herdei de meu pai, enfim, deixar fluir na minha alma tudo que aprendi e vivenciei dentro do mundo da arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você conseguiria mensurar o sentimento de fazer parte de um acontecimento ímpar na história do município, que foi ‘dar vida’ a um sonho de gerações, sobretudo, da comunidade libanesa na cidade?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vânia Braga &#8211; É muito gratificante, muito prazeroso, porque quando um artista está esculpindo uma obra ele transfere sua alma, e eu senti que essa homenagem ao imigrante libanês deixou um traço, um pouco disso para essas pessoas. O público passa e comenta que: ‘ah, essa estatua lembra a feição do meu avó, do meu tio de origem libanesa’. Acredito que este trabalho deixou a marca da alma do artista, da alma do libanês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como é fazer parte dessa marca, deste acontecimento que vai perpetuar pela história da cidade?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vânia Braga &#8211; É um momento inesquecível na minha carreira. Na noite da cerimônia de inauguração, da homenagem, as pessoas me perguntavam se eu era libanesa, e de fato eu já me sinto libanesa. A cidade de Teófilo Otoni é muito hospitaleira, toda a população. Já me sinto parte da cidade, já faço parte do coração de Teófilo Otoni e estou muito feliz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma carreira consolidada, inúmeros trabalhos reconhecidos, podemos dizer que esse trabalho ficará marcado na sua memória?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vânia Braga &#8211; Com certeza. Está dentro do meu coração, tem sido um momento inesquecível. Quero voltar mais vezes à cidade. Teófilo Otoni sempre estará no meu coração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O espaço está aberto para as suas considerações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vânia Braga &#8211; Primeiramente gostaria de agradecer a Munira, ao Synval, a Meire Mattar que foram as primeiras pessoas que me procuraram. Agradecer a toda a comunidade, o Clube Libanês, que foram os patrocinadores, e a toda cidade onde fui muito bem acolhida com tanto carinho que me senti em casa. Sou da cidade de Pedro Leopoldo onde Chico Xavier nasceu, e eu esculpi o Chico Xavier lá. E aqui, eu me senti na minha cidade. Agradeço o carinho que recebi. Muito obrigado a todos vocês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIÁRIO – Qual o sentimento de ver o monumento, a estatua do imigrante libanês erguida e sendo reconhecida pela população?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Munira Molaib &#8211; É um sentimento de sonho realizado, de uma missão cumprida, em sinal de reconhecimento e gratidão aos nossos antepassados, a essa colônia forte que escolheu o Brasil para a sua segunda pátria e Teófilo Otoni para fincar raízes e construir sua família e seu patrimônio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É um sentimento de dever cumprido?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Munira Molaib &#8211; Eu vejo como um trabalho artístico plantado no Centro da cidade sendo reconhecido pelo povo. A artista [Vânia Braga] está emocionada e eu também estou pura emoção e acredito que não há palavras que traduzam esse sentimento de emoção, gratidão a Deus e a todas as pessoas que contribuíram para que esse evento acontecesse e esse monumento fosse instalado nesse local.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Munira, ainda sobre a inauguração do monumento. Podemos dizer que uma dívida histórica com a comunidade libanesa no município foi quitada?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Munira Molaib &#8211; Acredito que é uma dívida também com a nossa cidade. Esse é um monumento que deve perpetuar a memória da cultura milenar libanesa em Teófilo Otoni. Mas, sim. Acredito que parte dessa dívida histórica foi cumprida, com a missão do Clube Libanês.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>19º Batalhão da PM sob novo comando</title>
		<link>https://jornaldiarioteo.com.br/19o-batalhao-da-pm-sob-novo-comando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diário de Teófilo Otoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 16:39:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário Entrevista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldiarioteo.com.br/?p=10517</guid>

					<description><![CDATA[<p>Experiente e conhecedor dos gargalos da segurança pública no município, o tenente coronel Miranda assume o comando do 19ºBPM no lugar do tenente coronel Valério. TEÓFILO OTONI – O 19º Batalhão de Polícia Militar de Teófilo Otoni terá um novo comandante, no entanto, um ‘velho conhecido’ da comunidade e da força de segurança na região. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Entrevista01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-10502 size-medium" style="margin-right: 15px;" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Entrevista01-206x300.jpg" alt="Entrevista01" width="206" height="300" /></a>Experiente e conhecedor dos gargalos da segurança pública no município, o tenente coronel Miranda assume o comando do 19ºBPM no lugar do tenente coronel Valério.</strong></p>
<p><strong>TEÓFILO OTONI –</strong> O 19º Batalhão de Polícia Militar de Teófilo Otoni terá um novo comandante, no entanto, um ‘velho conhecido’ da comunidade e da força de segurança na região. O tenente coronel Luiz Carlos Miranda foi nomeado na última semana para esta função. Como então comandante da 15ª Cia. Ambiental e Trânsito Rodoviário, ele foi recentemente promovido de major ao posto de tenente coronel, facilitando sua volta ao comando do 19° Batalhão, uma vez que há cerca de três anos Miranda foi subcomandante da unidade enquanto major.</p>
<p>Nascido em Governador Valadares, o tenente coronel Miranda ingressou na Polícia Militar em 1989. Formou-se aspirante em 1993, tendo trabalhado em Belo Horizonte, Ipatinga e Governador Valadares, e por fim, Teófilo Otoni. Em seu currículo o militar exerceu também a atividade de subcomandante na 1ªCia de Polícia Florestal, subcomandante da 5ª Cia. Mesp, subcomandante do 19º BPM e comandante da 15ªCia. De Meio Ambiente e Trânsito.</p>
<p>O atual comandante do 19°BPM, tenente coronel Valério deve passar o comando em solenidade dentro de poucos dias. Não foi informado se o tenente coronel passará para a reserva ou será transferido para outra unidade. Certo é que o tenente coronel Miranda assumirá o posto, para dar continuidade ao trabalho profícuo que vem desempenhando na comunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como o senhor avalia esse novo desafio em sua carreira?</strong></p>
<p>Tenente coronel Miranda &#8211; Acredito que seja a recompensa de um longo trabalho que vai completar 27 anos de PM dedicado a comunidade, aos trabalhos comunitários e a qualidade de vida. Acredito que com dedicação, amor a sua atividade será reconhecida. E se um dia não for, ela vai ser reconhecida por Deus. O objetivo é fazer as coisas com amor, que seremos recompensados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quando será a posse oficial como novo comandante do 19º Batalhão?</strong></p>
<p>Vamos aguardar o retorno do coronel Pinheiro, comandante da 15ªRPM que está em viagem, uma decisão dele junto com o comandante geral. Acredito que no final de janeiro, início de fevereiro aconteça a passagem de comando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Até a passagem de comando o senhor permanece na 15ªCia. Meio Ambiente e Trânsito?</strong></p>
<p>Temporariamente o tenente coronel Valério permanece no comando do 19º Batalhão, e eu permaneço na CIA.MAT, até resolver o processo de passagem de comando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais os planos do senhor logo após assumir efetivamente o comando do 19ºBPM?</strong></p>
<p>O primeiro foco é diagnosticar o problema, bases desses crimes para depois verificar qual a melhor atuação. Existe um projeto de valorização. Não adianta ter somente quantidade de policiais, precisamos ter o policial motivado.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A princípio haverá mudanças internas?</strong></p>
<p>Preciso conhecer de forma profunda o que tem sido feito. O que vem dando certo vamos manter e o que tiver que mudar, iremos mudar, sempre focado na comunidade, no cidadão.</p>
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		<title>Secretário executivo do CIS-EVMJ recebe deputado da Comissão de Saúde da ALMG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diário de Teófilo Otoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TEÓFILO OTONI – O secretário executivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha (CIS-EVMJ), Paulo Henrique, recebeu o deputado estadual Ricardo Faria (PCdoB), para um almoço nesta quarta-feira (13), na Feira Coberta do Bela Vista. De passagem por Teófilo Otoni, já que o foco da sua visita é a solenidade de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Matéria-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-10201 size-medium" style="margin-right: 15px;" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Matéria-1-300x135.jpg" alt="O deputado Ricardo Faria e comitiva foram recepcionados por Paulo Henrique na Feira Coberta do Bela Vista, onde apreciaram a tradicional macaxeira do Pinguin’s" width="300" height="135" /></a></p>
<p><strong>TEÓFILO OTONI –</strong> O secretário executivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha (CIS-EVMJ), Paulo Henrique, recebeu o deputado estadual Ricardo Faria (PCdoB), para um almoço nesta quarta-feira (13), na Feira Coberta do Bela Vista. De passagem por Teófilo Otoni, já que o foco da sua visita é a solenidade de anúncio de uma verba parlamentar do seu gabinete, no valor de R$ 200 mil, para uma escola em Americaninha, distrito de Novo Oriente de Minas, Farias aproveitou para reforçar seus laços com Paulo Henrique e o CIS-EVMJ. Confira na íntegra a entrevista do DIÁRIO com este parlamentar, que nas palavras do secretário executivo do Consórcio de Saúde, “tanto vem auxiliando em abrir portas no Estado para o setor da Saúde de Teófilo Otoni, especificamente em benefício do Centro Estadual”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<figure id="attachment_10202" aria-describedby="caption-attachment-10202" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Matéria-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10202 size-medium" style="margin-right: 15px;" src="https://www.jornaldiarioteo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Matéria-2-300x252.jpg" alt="Matéria 2" width="300" height="252" /></a><figcaption id="caption-attachment-10202" class="wp-caption-text">O secretário executivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde, Paulo Henrique, firmou novas parcerias com o deputado estadual Ricardo Farias, parcerias estas que visam aproximar cada vez mais o CIS do Estado visando reforçar ações benéficas em saúde em prol dos habitantes de todo o nordeste mineiro</figcaption></figure>
<p><strong>DIÁRIO – Conte sobre sua visita ao Vale do Mucuri.</strong></p>
<p><strong>RICARDO FARIA –</strong> O Vale Do Mucuri é uma região que a gente tem um carinho muito grande. Viemos aqui no primeiro ano do nosso mandato, numa audiência pública para debater assuntos do setor da Saúde. Na ocasião nos encontramos também com o Paulo Henrique, para participar de algumas discussões sobre o Consórcio Intermunicipal de Saúde que envolve os Vales do Mucuri e Jequitinhonha. Entendemos que a política de saúde do SUS nos consórcios intermunicipais atingiu excelentes resultados. É sim uma experiência exitosa no que diz respeito a assistência. Atualmente, os consórcios tratam de toda a política do Viva Vida, do DST/AIDS, saúde da mulher, especializações diversas, enfim, nossa ideia é fortalecer esse instrumento [o Consórcio]. Viemos também visitar o município de Novo Oriente, onde temos uma base eleitoral. Lá dedicamos uma emenda parlamentar para a aquisição de equipamentos na área da saúde, uma ambulância para o município e a reforma da escola estadual do distrito de Americaninha. Estivemos nessa escola em 2015, encontrando a mesma em condições muito precárias, e nos empenhamos em reestruturá-la.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Paulo Henrique tem dito que o senhor tem viabilizado pleitos dele na Cidade Administrativa, tem facilitado o trânsito dele por lá. Como tem sido essa atuação em prol do CIS a partir da parceria com o seu secretário executivo?</strong></p>
<p>Paulo é uma pessoa extremamente competente, como secretário executivo do consórcio tem feito um belo trabalho. Juntos, temos aproximado o consórcio da Secretaria de Estado de Saúde. Tivemos um recente encontro na SES onde conseguimos, através da Maria do Carmo, uma agenda com o secretário Fausto. O objetivo é levar ao secretário um pouco mais dessa política assistencial que o consórcio desenvolve no nordeste mineiro. Temos que o CIS-EVJM é um consórcio potente, envolvendo mais de 30 municípios, representados pelo prefeito de Catuji, o Fúvio (PR). Enfim, nossa meta é aproximar a experiência exitosa do consórcio dos responsáveis pelo setor da Saúde no Estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E quais são os projetos do deputado, em relação ao ano de 2016, para que essa parceria possa ser reforçada ainda mais? Pode haver alguma emenda destinada para o setor da saúde em Teófilo Otoni?</strong></p>
<p>Claro. Viemos aqui para discutir isso. Por meio das emendas parlamentares podemos obter equipamentos diversos. Também podemos lutar por recursos disponíveis para essa agenda [a política do CIS]. Mas, o fundamental é construirmos uma agenda com o secretário estadual de Saúde, o Fausto, em conjunto com todos os prefeitos que integram o consórcio, sob a liderança do secretário executivo Paulo Henrique.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em vários momentos o senhor falou que tanto no Estado quanto na ALMG todos estão satisfeitos com o trabalho desenvolvido no CIS do nordeste mineiro. Qual a visão da importância do Centro Estadual para o setor da saúde nesta região?</strong></p>
<p>Fundamental, afinal estamos falando de mais de 30 municípios, envolvendo um contingente em torno de meio milhão de pessoas. No Consórcio são tratadas políticas fundamentais para a região, especificidades que cuidam do hipertenso, do diabético, a política do DST/AIDS, as políticas de proteção à saúde, o Viva Vida&#8230; Enfim, é vital. O que necessitamos agora é potencializar o consórcio, porque ele já tem uma capacidade administrativa e de gestão, haja vista os resultados assistenciais. Na Assembleia integro a Comissão de Saúde. Meu objetivo nos vales do Mucuri e Jequitinhonha e em favor do consórcio é criar uma aproximação cada vez maior com o Estado, em especial com a Secretaria Estadual de Saúde. E, para tanto, a parceria com Paulo Henrique é de suma importância, visto seu primoroso cuidado e conhecimento deste importante instrumento para a Saúde de toda a região.</p>
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